domingo, 11 de janeiro de 2015
Relatos fúteis sobre uma causa não compreendida.
Como seria se amanha acordassemos sozinhos? Tem vez que me pego de mente cheia e sinto o peito vazio. De esquina a esquina me deparo com um bom motivo pra sorrir, vejo por ai coisas que me fazem os olhos brilharem. Talvez seja apenas meu encanto por coisas novas, ou o meu bom e velho desencanto. Companhia de longa data, me segue há anos, talvez tentando me mudar de idéia e abandonar o que é certo. As companhias de outras primaveras também me batem ao peito... o gosto do chocolate e os relatos de um filme que não acabou como era prometido pelo roteirista. Certamente sei que talvez não haja por ai quem mais queira o meu bem, mas como seria se amanhã eu acordasse sozinho?
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